Tuesday, December 13, 2011

CONFIRAM "O ambientalista Fábio Feldmann lança seu livro "Sustentabilidade Planetária, onde eu entro nisso?", 13 de dezembro, Livraria da Vila, SP"

SOURCES/LINKS:
COMENÇANDO O DIA

O ambientalista Fábio Feldmann lança seu livro "Sustentabilidade Planetária, onde eu entro nisso?", 13 de dezembro, Livraria da Vila, SP
No próximo dia 13 de dezembro o ambientalista e consultor Fábio Feldmann lança seu primeiro livro solo Sustentabilidade Planetária, onde eu entro nisso? que trata de importantes questões voltadas à causa ambiental.
Na oportunidade o autor abrirá com palestra sobre o tema e a entrada é gratuita. Após o evento o autor autografa o livro editado pela Terra Virgem Editora.
O livro é apresentado pelo Ministério da Cultura com patrocínio do Banco Safra, Razzo e Bioenergias e apoio da Indústria Gráfica Brasileira, Vivi Kanô – Branding Olfativo, IFF e Arcade Marketing Latin America.
Palestra e lançamento do livro – Sustentabilidade planetária: onde é que eu entro nisso?

Data: 13 de dezembro
Livraria da Vila
Alameda Lorena, 1731 - Jd. Paulista
Tel.: 11 3062-1063

19h00 – Palestra com Fábio Feldman
19h30 – Lançamento

Friday, December 2, 2011

CONFIRAM "Existem Emoções Básicas?"


Existem Emoções Básicas?
Por Sergio Senna Pires em 31 31UTC janeiro 31UTC 2011 | 2 comentários

O interesse sobre as emoções faz parte da existência humana. No entanto, falamos sobre isso e não sabemos direito o que é. Apesar de haver pouca concordância entre as diversas teorias sobre emoções, pode-se dizer que trata-se de uma experiência subjetiva, associada à ativação fisiologia é à motivação para agir. A própria palavra tem, em várias línguas, uma origem ligada à ação.
Não há dúvida que, ao experimentarmos uma emoção, ocorre uma ativação de nosso sistema nervoso que recebe significado pela nossa experiência subjetiva. Quanto a esse aspecto, discute-se o momento em que ocorrem: se antes, durante ou depois da experiência subjetiva (1).
Abordagens Evolucionistas e Culturalistas
Muitas abordagens que hoje conhecemos foram construídas com base na oposição conceitual umas das outras. Nesse embate de teorias, existem duas grandes perspectivas sobre a origem das emoções. A primeira, defende que as emoções são produtos da seleção natural, que evoluiu de adaptações de nossa espécie ao longo do tempo. A segunda, afirma que as emoções são socialmente construídas e variam nos limites das possibilidades culturais humanas (2).

Os estudos hoje disponíveis mostram evidências de ambas as perspectivas. As teorias evolucionistas atribuem o rótulo de “básicas” a algumas emoções, ocorrendo considerável concordância sobre a existência de uma certa quantidade de emoções nesta categoria. Os culturalistas, por sua vez, atribuem a primazia da construção cultural sobre qualquer base biológica.
Para uma abordagem mais equilibrada deve-se tomar cuidado com as paixões dos teóricos e perceber que há sentido tanto nas abordagens evolucionistas, quanto nas culturalistas. Sob esse ponto de vista, evitamos dividir o debate em dois blocos que se opõem.
Na verdade, nossas emoções tanto são fruto de evolução, quanto da construção cultural. A própria diferença entre as emoções básicas e complexas não é estrutural. Até onde se conhece, todas as emoções funcionam de forma semelhante.
Emoções Básicas
As emoções básicas são aquelas consideradas componentes de emoções mais complexas (3). Paul Ekman, por exemplo, defende esse modelo. Segundo esse ponto de vista, as emoções complexas são construídas a partir das emoções básicas, que teriam a marca distintiva de serem transculturais. Até o presente momento, não foi possível demonstrar que essas emoções básicas são compartilhadas e percebidas da mesma forma pelos seres humanos, mas existem motivos para crer na razoabilidade da proposta. Ekman (4) iniciou sua lista de emoções básicas, na década de 60, com seis delas (raiva, medo, alegria, surpresa, tristeza e nojo). Posteriomente, já nos anos 90, ampliou a quantidade de emoções básicas (5).
Uma Teoria Geral

Como se pode notar, não foi possível estabelecer, até o momento, uma teoria geral para as emoções. Não obstante a divergência teórica, alguns aspectos podem ser pontuados como comuns.
De forma geral nessas teorias, os sentimentos são considerados os resultados da emoção e fazem parte da experiência subjetiva da pessoa. Quando experimentamos um sentimento, podemos realizar alguma ação, como fugir ou lutar (comportamentos que podem estar relacionados com o medo, por exemplo).
Entretanto, não se deve confundir as emoções em si (um fenômeno complexo) com as dimensões que as compõem. Qualquer redução de nossas emoções às dimensões que as compõem diminui a beleza dessa experiência humana e dificulta a sua inteligibilidade. Observe que muitas das teorias surgem diretamente da eliminação de uma ou outra dimensão ou da predominância de uma delas.
A real dificuldade que temos é escapar da paralizante dicotomia entre evolução e cultura para abrir nossas mentes a modelos híbridos e mais complexos, onde ambas as abordagens encontrem espaço.
Referências e Notas
(1) Para ver maiores detalhes sobre o tema, procure conhecer o debate entre as teorias de Cannon-Bard e James-Lange.
(2) Markus, H. R. and Kitayama, S. (1991). Culture and the self: Implications for cognition, emotion, and motivation. Psychological Review, 98, pp. 224-253.
(3)(4) Ekman, P., Sorenson, E. R. & Friesen. W. V. (1969). Pan-cultural elements in facial displays of emotions. Science, 164, pp. 86-88.
(5) Ekman, P. (1999) Basic emotions. In T. Dalgleish and T. Power (Eds.) The handbook of cognition and emotion. pp. 45-60, New York: John Wiley & Sons.

Thursday, December 1, 2011

CONFIRAM "Serenidade e paz no trânsito"


Serenidade e paz no trânsito

A crescente violência no trânsito fez com que a raiva e agressividade dos motoristas se tornassem questões merecedoras de atenção por toda a sociedade. Os dados sobre a violência no trânsito no Brasil são alarmantes. Por ano, 37 mil pessoas morrem todos os anos no trânsito, 380 mil são vítimas de acidentes e 120 mil ficam com graves sequelas.

Para a cidade de São Paulo, os dados são ainda mais dramáticos – o serviço 190, da Polícia Militar, registra 70 chamadas diárias referentes à brigas de trânsito, sendo que 20 destas acabam em agressões físicas, somando 2100 ligações mensais. Em grandes capitais – como é o caso de São Paulo – a quantidade de carros e o tráfego intenso, em que há congestionamentos, frustrações e provocações, fazem com que diariamente diversos condutores se comportem de forma agressiva, principalmente aqueles que são portadores de transtornos psiquiátricos, como o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI).

Além disso, o próprio “estar no trânsito” é um estressor – ou seja, a reação agressiva de um condutor pode levar o outro motorista a também responder agressivamente. Frente a esta realidade, é importante que os condutores repensem suas ações: identificar o que os irrita é uma forma de buscar alternativas para lidar com os estressores. Os portadores do transtorno explosivo intermitente, geralmente reconhecidos como “pavio curto”, são pessoas que costumam reagir de forma exacerbada e com muita agressividade. Algumas alternativas para não se irritar ao volante seriam: programar os horários, para que a possibilidade de chegar atrasado a um compromisso não seja mais um estressor; fazer caminhos diferentes, para estar atento a outras coisas, que não apenas ao trânsito e relaxar por meio de respiração, tentando respirar de forma calma e pausada.
Os portadores de TEI podem ser beneficiados com um tratamento breve, que inclui psicoterapia e medicação.

Deisy Ribas Emerich, Ana Maria Costa, Dra. Liliana Seger - Psicólogas do Pro-Amiti.

Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.



Sugestão de vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=RMZ3bsrtJZ0